
Sarney contrata 15 jornalistas para rebater críticas na internet
O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), contratou 15 jornalistas cuja missão é realizar uma campanha de contrainformação na internet, a fim de combater o que ele considera como uma campanha midiática para retirá-lo do cargo. A informação é da versão digital do jornal “Correio Brasiliense”.
De acordo com o “Correio”, há três semanas cada jornalista recebe cerca de R$ 1.800 para analisar o noticiário e publicar comentários favoráveis a Sarney em sites, blogs, redes sociais e no Twitter. “Com base na análise dos jornalistas, o gabinete de crise do presidente do Senado elabora um ‘relatório de intervenção’ para rebater as reportagens”, afirma o “Correio”.
O grupo trabalha todos os dias, inclusive aos sábados e domingos, e recebe em dinheiro, para não deixar vestígios da relação entre os jornalistas e o maranhense.
O foco dos jornalistas de Sarney são blogs de jornalistas políticos e redes sociais como Twitter e Orkut. “A orientação é publicar comentários positivos a respeito do político e questionar a isenção dos veículos de imprensa que denunciam a família Sarney”, diz a reportagem, que cita um dos jornalistas contratados. “A tática é usar nomes falsos para participar do debate, de preferência comuns, como ‘Maria Mercedes’ e ‘Raimundo Nonato’.”
Seleção - A equipe de jornalistas passou por um processo de seleção sem saber ao certo qual era o trabalho. Após fazer um teste com 30 questões, que incluíam afinidade partidária e visão pessoal sobre política, os candidatos que acertaram 25 ou mais questões foram convocados para um treinamento. Após três dias de palestras, eles souberam que sua missão seria reverter a imagem negativa de Sarney na internet.
O Maranhão e o Amapá são os Estados que sofrem maior monitoramento da equipe, que conta ainda com coordenadores e dois advogados. Segundo o “Correio”, quase 300 veículos de comunicação dos dois Estados, entre rádios, televisões, jornais impressos, revistas e sites, são analisados.
Com o fim do recesso parlamentar – e o provável aumento da pressão sobre o peemedebista – a equipe deve ser ampliada. A assessoria da presidência do Senado negou as informações, de acordo com a reportagem.
O grupo mantém ainda uma comunidade no Orkut – “Guarnicê Maranhão” – e um perfil no Twitter –
De acordo com o “Correio”, há três semanas cada jornalista recebe cerca de R$ 1.800 para analisar o noticiário e publicar comentários favoráveis a Sarney em sites, blogs, redes sociais e no Twitter. “Com base na análise dos jornalistas, o gabinete de crise do presidente do Senado elabora um ‘relatório de intervenção’ para rebater as reportagens”, afirma o “Correio”.
O grupo trabalha todos os dias, inclusive aos sábados e domingos, e recebe em dinheiro, para não deixar vestígios da relação entre os jornalistas e o maranhense.
O foco dos jornalistas de Sarney são blogs de jornalistas políticos e redes sociais como Twitter e Orkut. “A orientação é publicar comentários positivos a respeito do político e questionar a isenção dos veículos de imprensa que denunciam a família Sarney”, diz a reportagem, que cita um dos jornalistas contratados. “A tática é usar nomes falsos para participar do debate, de preferência comuns, como ‘Maria Mercedes’ e ‘Raimundo Nonato’.”
Seleção - A equipe de jornalistas passou por um processo de seleção sem saber ao certo qual era o trabalho. Após fazer um teste com 30 questões, que incluíam afinidade partidária e visão pessoal sobre política, os candidatos que acertaram 25 ou mais questões foram convocados para um treinamento. Após três dias de palestras, eles souberam que sua missão seria reverter a imagem negativa de Sarney na internet.
O Maranhão e o Amapá são os Estados que sofrem maior monitoramento da equipe, que conta ainda com coordenadores e dois advogados. Segundo o “Correio”, quase 300 veículos de comunicação dos dois Estados, entre rádios, televisões, jornais impressos, revistas e sites, são analisados.
Com o fim do recesso parlamentar – e o provável aumento da pressão sobre o peemedebista – a equipe deve ser ampliada. A assessoria da presidência do Senado negou as informações, de acordo com a reportagem.
O grupo mantém ainda uma comunidade no Orkut – “Guarnicê Maranhão” – e um perfil no Twitter –

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