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quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Qualidade de Vida APRENDA A ENVELHECER SEM FICAR VELHO - Dr. Moysés Paciornik ( o Dr. Cócoras)

Qualidade de Vida APRENDA A ENVELHECER SEM FICAR VELHO - Dr. Moysés Paciornik ( o Dr. Cócoras)



Dr. Moysés Goldstein Paciornik (4 de outubro de 1914 — 26 de dezembro de 2008

"Morreu numa tarde de sexta-feira, em 26 dezemdro de 2008, por volta das 17h30, o médico curitibano Moysés Paciornik. Ele morreu aos 94 anos e teve uma parada cardíaca após passar por uma cirurgia no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Seu jazigo encontra-se no Cemitério Israelita Santa Cândida ,em Curitiba.


Moysés Paciornik passava as festas de fim de ano na companhia da família em Angra dos Reis, litoral do Rio de Janeiro, quando o médico sofreu uma queda e quebrou uma das pernas. Levado de helicóptero para São Paulo, fez uma cirurgia no mesmo dia e, desde então, apresentava um quadro estável,ao fim da tarde do dia seguinte a cirurgia, porém, teve uma parada cardíaca e não resistiu.


Segundo Ernani Paciornik, filho mais novo do médico, a família preparava uma grande comemoração de réveillon, mas, na memória de todos os parentes, ficará a festa do ano passado, quando ele ainda estava presente. “Meu pai era mais da cidade de Curitiba do que propriamente da família. Afinal, mais de 60 mil nasceram das mãos dele”, afirma.

O advogado Antonio Carlos Bettega conta que seus pais e sogros eram amigos de faculdade de Moysés Paciornik. O sogro dele, inclusive, formou-se junto com o médico na turma de 1938 da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Por causa dessa antiga amizade, há 15 anos, Bettega recebia em casa toda a família de Moysés Paciornik para a ceia de Natal. “Nossa noite do dia 24 foi menos alegre do que deveria ter sido. E está sendo muito mais triste agora”, lamenta.


De acordo com Bettega, Moysés Paciornik era um “velhinho da pesada”, que não parava nunca, mesmo aos 94 anos de idade. Na opinião dele, o médico não merecia ficar doente, justamente pelo fato de ainda ser tão ativo e continuar atendendo pacientes todas as manhãs. “Foi uma bênção as coisas acontecerem dessa forma, sem que ele tivesse de ficar sofrendo por muito tempo”, afirma. “Ele não está mais entre nós, mas deixa apenas boas lembranças e bons exemplos.”


Para o presidente da Associação de Obstetrícia e Ginecologia

do Paraná (Sogipa), Hélvio Bertolozzi Soares, a morte de Moysés Paciornik representa uma perda irreparável para a medicina paranaense. “O professor Moysés era uma pessoa brilhante, desde o campo médico até as Letras”, diz. “Ele sempre deixou uma grande lembrança por onde passou e, por isso, vai fazer muita falta.”


Na última aparição pública, no dia 11 de dezembro de 2008, Moysés Paciornik foi o segundo paranaense da história a receber o Prêmio “Estado do Paraná”, concedido pela Assembléia Legislativa. Demonstrando muita lucidez e vestindo a inseparável gravata borboleta, o médico se lembrou do esforço do pai – um padeiro vindo da Polônia – para que ele pudesse se formar em Medicina na UFPR. Em discurso no plenário, Paciornik se disse um homem de sorte por nascer em Curitiba e fazer parte da história do Paraná. “Ainda me sinto bem para continuar contribuindo com o meu estado”, afirmou. “Quem sabe ainda consiga chegar aos 100 anos.”

 



É preciso evitar os três pós brancos (açúcar, farinha e sal) e praticar exercícios regularmente.


Com a palavra, o Dr. Cócoras. Quem desconhece o motivo desse apelido simpático, já vai entender o porquê.


Qual é a mensagem que o senhor pode passar às pessoas que desejam envelhecer com saúde?
Elas precisam aprender a comer corretamente e fazer exercícios.
Na atualidade, esses dois assuntos são modernos e todo mundo sabe. Devemos evitar os três pós brancos: o açúcar, a farinha e o sal. Isso já vem sendo difundido há 40 anos.

A questão é que muitas revistas falam hoje de como comer certo com conselhos mais ou menos complicados.

Eu sou prático.

Evite os pós brancos e a gordura animal. (açúcar, farinha e sal)

Mas vamos nos alimentar do quê?


O que Deus colocou no mundo precisa ser comido, que é o que o índio da mata come.

Na mata, ele não tem os pós brancos.
Come verduras, frutas, carne magra resultado da caça, tudo à vontade.

E o senhor leva essa dieta a sério? Consegue evitar alimentos que fazem mal à saúde?

Gosto de chocolate, mas evito.

De um modo geral, qualquer doce é gostoso, contudo tem de ser evitado.

De vez em quando dá para comer uma sobremesa.

Porém, eu procuro não comer qualquer tipo de bolo, pão, bolacha e macarrão - tudo o que tem açúcar e farinha.

O sal deve ser usado moderadamente.

Pela manhã, como duas qualidades de frutas e café com leite magro, sem açúcar.

No almoço e jantar é salada, carne magra (suína em geral não como, porque não gosto).

Também incluo no cardápio arroz branco e feijão.

Qualquer qualidade de peixe está liberada.
Com essas dicas, é certo concluir que somente as pessoas magras vão viver mais?
As magras estão menos sujeitas a uma série de doenças.
Se não comem gordura animal, evitam o colesterol e os triglicerídios.
Se retiram da alimentação o açúcar e a farinha, previnem a diabete.
Sem o sal, a pessoa não vai estar propensa a ter hipertensão arterial.


Em relação aos exercícios físicos, ir à academia ou caminhar todos os dias é suficiente?
Ambos são uma boa alternativa para envelhecer, porque protegem o organismo.
Mas aconselho subir e descer escadas.

Isso porque é um exercício econômico, eficiente e não custa nada.

Até os meus 90 anos subia e descia as escadas dos 19 andares do meu prédio duas vezes ao dia.
Hoje só desço.

Trabalho o corpo todo nessa atividade física, porque também pratico o 'up and down' (em português, levantar e baixar), ou seja, fico de cócoras e depois levanto, esticando todo o meu corpo.


Faço isso duas vezes em cada pavimento. O 'up and down' é barato, não custa nada e pode ser feito em qualquer lugar.
Não requer aparelhos e os resultados aparecem dentro de poucos dias. Uma vez fui aos Estados Unidos visitar o Empire State Building e subi, sem parar, os 120 pavimentos do edifício. Mas naquela época eu era mocinho, tinha 78 anos.


Quais os benefícios de ficar de cócoras ou fazer o 'up and down' algumas vezes ao dia?
Na década de 70, compreendemos porque as índias caingangues não têm varizes, celulite e a pele do rosto é perfeita.
Observamos também o porquê das índias da mata conservarem o canal genital em muito melhor estado do que as mulheres civilizadas.
A primeira questão está relacionada ao parto de cócoras.


No parto deitado, o canal vaginal se estreita cerca de 28%. Então, esse canal estreito é mais fácil de rasgar e machucar a mulher. Ele é um dos culpados.
Por que as índias da mata que moram nesse país fazem o parto deitado e não estão tão estragadas como as nossas?


Naquela ocasião descobrimos(fomos ao Paraguai e descobrimos outra questão importante), que isto também deve-se ao fato de as índias não usarem cadeira. Eis a chave de todo o problema.


 A cadeira é prejudicial à saúde?
Tem uma lei de medicina que explica que todo órgão em repouso prolongado enfraquece.

Sentado na cadeira, o corpo inteiro - da cabeça aos pés – está em repouso. Então tudo fica fraco e as conseqüências são varizes, celulites, dores na coluna, problemas com prisão de ventre. De cada 100 civilizados, 80 têm ou terão dor na coluna.


E o que as pessoas que trabalham o dia todo sentadas devem fazer?


A cada uma ou duas horas é preciso parar para fazer o 'up and down'. O ideal é que se pratique até cem vezes o ato de levantar e baixar.


Já no sofá, na hora de assistir televisão, as pessoas devem ficar em posição de ioga, com as pernas cruzadas como os índios. Isso porque o sangue espremido é bombeado para a cabeça e o cérebro recebendo mais sangue funciona melhor. É uma boa dica para quem está estudando e para quem quer evitar a celulite.





quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

O que Faz uma pessoa Boa ou má !
No mundo de hoje, quando dizemos que alguém é uma pessoa boa ou má, no que se baseia essa distinção? Aqueles com amor e compaixão geralmente são conhecidos como pessoas boas que valorizam a sabedoria. Aqueles que não mostram tais qualidades costumam ser considerados pessoas ruins. Mesmo animais podem perceber isso.

"Considere isso: o Cristo sempre trabalhou pelo benefício dos seres sofredores sem qualquer apego ao ego, e se iluminou. Nós gastamos todo nosso tempo nos apegando ao ego e trabalhando para nós mesmos, e ainda estamos no território das provas e expiaçoes , cercados por todas essas dificuldades".Mesmo se não soubéssemos muito sobre o Cristo, todos temos conhecimento sobre as pessoas extraordinárias que apareceram no mundo e efetivamente trabalharam para aliviar o sofrimento dos seres sofredores. Milhões de pessoas sabem seus nomes e apreciam suas atividades não-egoístas, embora eles tenham morrido há séculos. Por que ainda são lembrados? Por terem corporificado o espírito da doação e trabalhado pelo bem alheio, seus nomes e feitos são considerados sagrados nos corações de muitos.Há outros que são tão famosos por prejudicar e matar centenas de milhares. Embora tenham morrido há muito tempo, ainda são criticados. Por que? Porque mostraram os efeitos negativos da ignorância grosseira e do apego intenso ao ego ao trazer malefício a muitas pessoas.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Deu no Estadão: Senador José Sarney (PMDB-Amapá)quer no comando das Zona Processamento de Esportação aliado que vende projeto a prefeitos.

Indicado para conselho de polos exportadores, Helson Braga julgaria projetos elaborados por ele mesmo Raquel Landim e David Friedlander Sonho antigo do senador José Sarney (PMDB-AP), as Zonas de Processamento de Exportação (ZPE) começaram a sair do papel carimbadas pela polêmica. A ZPE é uma área livre de impostos com o objetivo de atrair empresas exportadoras para regiões pouco desenvolvidas. Sarney lançou a ideia quando era presidente da República. Agora, lidera um movimento de caciques do PMDB que pressiona o governo para colocar um aliado em cargo-chave do conselho que escolherá os lugares beneficiados.
O apadrinhado é o consultor Helson Braga, indicado para a secretaria executiva do Conselho Nacional das Zonas de Processamento de Exportações. Braga vende consultoria a prefeituras e governos estaduais interessados em criar as ZPEs em seu território. Além de Sarney, pediram a nomeação de Braga políticos como o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) e o deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB- RN), líder do partido na Câmara.
O conselho das ZPEs, formado por seis ministros, tem a tarefa de avaliar e aprovar os pedidos de prefeitos e governadores. O secretário executivo, cargo para o qual Braga foi indicado, é responsável pelo parecer técnico, que aponta se a ZPE é viável ou não, e determina quais projetos serão avaliados pelos ministros. Dos 29 projetos em análise, ao menos nove são obra da consultoria de Braga.
Um dos projetos feitos por Braga para a prefeitura de Uberaba custou R$ 300 mil. Os projetos eram realizados por ele, pela Associação Brasileira de Processamento de Exportação (Abrazpe), presidida por Braga, ou pela consultoria que hoje pertence a seu filho, a ZPE Consult. "Como alguém vai dar um parecer técnico sobre um projeto que ele mesmo fez? Nas eleições, isso é perigosíssimo", disse uma fonte do governo.
Braga afirma que é um "nome óbvio" para o cargo de secretário executivo, pois conhece "cada vírgula" da legislação das ZPEs. "Mas muita água pode correr, inclusive a tentativa de detonar nomes." Ele afirma estar afastado de sua empresa há cinco anos e diz que seu filho é um especialista no assunto.
"Só quem aprova ZPE é o presidente da República, que assina o decreto, por sugestão de um conselho de seis ministros. E quem dá o parecer é um técnico do ministério, que encaminha para a consideração do secretário", disse Braga. Ele afirmou ainda que é "natural" que as prefeituras peçam sua ajuda para elaborar os projetos. "Quem sabe fazer isso sou eu e as pessoas que eu instruí."
O principal argumento dos defensores da indicação de Braga é seu conhecimento e dedicação ao assunto. Questionado por meio da assessoria de imprensa, Sarney enviou a seguinte nota: "Ele (Braga) não é meu candidato pessoal. E sim candidato de todo mundo que defende as ZPEs - governo e oposição -, porque é a maior autoridade no assunto. Mas, se tivesse de escolher, certamente o escolheria. Ninguém é mais qualificado que ele para essa função. Os que são contra as ZPEs também são contra ele."
O deputado Henrique Alves apoia o nome de Braga, porque "é quem mais entende do assunto no Brasil". Mas não foi tão enfático na defesa. Ele disse que não sabia que Braga atuava como consultor de prefeituras. "Indico ele como técnico, mas a decisão se existe algum impedimento é do governo."
Cartas de apoio a Braga foram enviadas ao ministro do Desenvolvimento, Miguel Jorge, à Casa Civil e até ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva por parlamentares do PMDB. Renan e Henrique Alves mandaram cartas para o ministro. O governador interino do Tocantins, Carlos Henrique Amorim, indicou o consultor por "conhecer a fundo os problemas".
O nome de Braga surgiu pela primeira vez há cerca de um ano. Miguel Jorge, que preside o conselho das ZPEs, comentou com pessoas ligadas a ele ter sido procurado por Sarney, que recomendou Braga. O assunto ficou em banho-maria porque o projeto da ZPE estava parado no governo e por causa das denúncias envolvendo Sarney.
O nome de Braga e a pressão para nomeá-lo reapareceram nas últimas semanas, quando o governo autorizou a criação de sete cargos para o conselho das ZPE, inclusive o de secretário executivo.
Semana passada, o governo aprovou suas duas primeiras ZPEs, em Assú (RN) e Suape (PE). Outras 13 foram criadas por Sarney e quatro por Itamar Franco, mas nunca funcionaram. No governo Fernando Henrique, o projeto parou. Segundo Braga, os tucanos não queriam desagradar à indústria paulista.
Enquanto os políticos disputam o comando das ZPEs, um instrumento útil para distribuição de favores, os especialistas discutem se elas ainda fazem sentido no Brasil. Quem as defende diz que as ZPEs são utilizadas com sucesso na China e nos Estados Unidos. O argumento contrário é que podem se transformar em elefantes brancos.
"Nos anos 80, quando importação e câmbio eram controlados, eu era a favor. Hoje sou contra", diz o vice-presidente da Associação Brasileira de Comércio Exterior, José Augusto de Castro. Mesmo as vantagens anunciadas em 2007 desapareceram.
Hoje é possível comprar insumos no mercado interno sem pagar imposto, desde que o produto seja exportado. Todos os exportadores podem deixar 100% dos recursos no exterior. O único benefício que sobrou é a redução da burocracia. (De O Estado de S. Paulo)

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

José Sarney 'escondeu' da Justiça castelo em Portugal

José Sarney 'escondeu' da Justiça castelo em Portugal

24 de maio de 2009 às 09:03
Quinta dos Lagos foi comprada no final de sua presidência, por meio de uma ‘offshore’ com sede num ‘paraíso fiscal’.
Castelo, em estilo que lembra o período medieval, teria sido do presidente do Senado por pelo menos quatro anos POR OSWALDO VIVIANIDe Sintra, Portugal .
Chamado pela revista inglesa "The Economist", em fevereiro passado, de representante do semifeudalismo na política brasileira, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB), adquiriu, no final de sua Presidência, em 1990, um castelo em estilo que lembra o período medieval, na cidade de Sintra, em Portugal (a 20 km de Lisboa). Trata-se da Quinta dos Lagos - imóvel de 23.400 metros quadrados de área total, avaliado atualmente em R$ 30 milhões (10 milhões de euros), sem contar o valor histórico -, que teria pertencido a Sarney por pelo menos 4 anos. A propriedade nunca foi declarada à Justiça Eleitoral nem à Receita brasileira.
De acordo com uma reportagem investigativa publicada na ocasião pela revista portuguesa "Olá", Sarney comprou a Quinta dos Lagos por meio da Almonde Securities S.A., uma offshore com sede no Panamá, mas que tem os fundos geridos na Suíça. Os dois países - Panamá e Suíça - são "paraísos fiscais" (locais que gente endinheirada busca para abrir empresas quando pretende driblar o Fisco).
A reportagem do Jornal Pequeno esteve em Sintra e Lisboa, de 14 a 22 de abril, e teve acesso, embora restrito, ao registro da transação imobiliária na 1ª e na 2ª Conservatórias (Cartórios) de Registro Predial de Sintra. A Quinta dos Lagos teria sido comprada por José Sarney/Almonde de representantes legais de uma certa família Sibourg.
A Quinta dos Lagos foi comprada por Sarney no final de seu governo Duas torres feudais se destacam na entrada principal do castelo um grande cão preto assusta quem se aproxima da propriedade.
Não foi possível localizar nos dois cartórios de Sintra a data em que Sarney se desfez do imóvel. O JP apurou, no entanto, que o castelo segue em nome de alguém ligado à Almonde Securities, cujos endereço e telefone em Sintra são da Quinta dos Lagos. Vizinhos e comerciantes antigos, instalados nos arredores do castelo, garantiram ao JP que pelo menos até 1993 "uns brasileiros da família de um ex-presidente da República" passavam parte do verão europeu na Quinta dos Lagos.
Assunto tabu - O "caso do castelo" é um assunto tabu para o senador José Sarney, que sempre evitou, de todas as formas, comentá-lo. O JP encaminhou ao assessor da Presidência do Senado, Chico Mendonça, dois e-mails com várias perguntas a Sarney, além de ter feito com o assessor dois contatos telefônicos.
Na única e ligeira resposta dirigida ao JP, Mendonça afirmou apenas, num e-mail, que "a informação não é verdadeira" e que "quando surgiu pela primeira vez, à época do governo Sarney, foi cabalmente desmentida". O assessor não informou ao JP os termos desse desmentido "cabal" e, certamente por orientação do senador Sarney, fez um pedido estranho, no final do e-mail: "A declaração deve ser atribuída a mim".
Reportagem investigativa - A compra da Quinta dos Lagos e a ligação da Almonde Securities com José Sarney foram divulgadas pela primeira vez numa reportagem de autoria da jornalista Maria do Rosário Lopes, publicada, pouco tempo depois da aquisição do castelo, pela revista portuguesa "Olá", um suplemento do jornal "Semanário". O JP teve acesso à publicação na Biblioteca Nacional de Portugal, em Lisboa.
A matéria é intitulada - como o romance policial de Eça de Queiroz e Ramalho Ortigão - "O mistério da estrada de Sintra". Nela, a repórter Maria do Rosário informa que o procurador da Almonde Securities em Portugal, na época, Carlos Aguiar, embora não tenha negado a compra da Quinta dos Lagos por José Sarney, "recusou-se a prestar maiores esclarecimentos".
A aquisição do castelo por Sarney - concretizada quando ele ainda era presidente da República - foi confirmada à repórter Maria do Rosário pela vizinhança da propriedade e por uma caseira, identificada como Maria José. Esta afirmou à jornalista que o negócio envolveu "uns brasileiros, gente importante, parece que era o Sarney".
Além da reportagem da revista "Olá", o blog
http://riodasmacas.blogspot.com, que descreve lugares e curiosidades de Sintra, posta há bastante tempo a informação de que José Sarney foi um dos donos da Quinta dos Lagos (buscar no google "quinta dos lagos rio das maçãs"). "Comprada [depois da morte do primeiro dono, Fernando Formigal de Morais] por um tal senhor Andersen, cônsul geral da Dinamarca, a quinta [dos Lagos] também teve como proprietários a família Sibourg e o ex-presidente do Brasil José Sarney", diz o blog.
O que se pergunta é: se Sarney já negou "cabalmente" ter sido algum dia dono do castelo, por que não exigiu até hoje que a informação fosse excluída do blog? Isso para ele não representaria nenhuma dificuldade, pois já conseguiu até que a Justiça retirasse um blog do ar, no Amapá (
http://alcinea-cavalcante.blogspot.com).
Cercas elétricas e cão - Para checar as informações difundidas pela revista "Olá" e pelo site "Rio das Maçãs", a reportagem do JP esteve, no dia 16 de abril, na Quinta dos Lagos, que se estende pela rua Francisco dos Santos, mas cujo portão principal fica no largo Fernando Formigal de Morais, 9. O nome do largo é uma homenagem ao primeiro proprietário do castelo (saiba mais na página 6).
O lugar é todo rodeado por muros altíssimos, onde estão instaladas cercas elétricas. Um grande cão preto também vigia o castelo.
A reportagem tocou o interfone instalado ao lado de um pequeno portão que dá acesso ao castelo pela rua Francisco dos Santos. Um empregado atendeu, porém não permitiu o acesso à área interna. Ele não quis se identificar, mas admitiu que José Sarney foi dono da Quinta dos Lagos, garantindo que atualmente não era mais. Perguntado sobre quem era o atual proprietário, respondeu com um seco e desconfiado "Não te interessa", fechando o portão na cara do repórter.
Um dia depois, numa consulta à lista telefônica portuguesa, a reportagem do JP descobriu que o número do telefone da offshore Almonde Securities em Portugal era de Sintra: 219 231 589.
Ao ligar para esse número, outra surpresa: atendeu uma funcionária da Quinta dos Lagos, que se identificou como Armandina Fernandes e confirmou que o ex-presidente José Sarney foi um dos proprietários do castelo. Depois, passou o telefone para o empregado com o qual a reportagem havia conversado um dia antes. Ele recusou-se a prestar novas informações e pediu que o repórter não insistisse.
Confirmou-se, assim, que a Almonde Securities S.A. não tem sede, nem escritório, nem funcionários em Portugal. Seu telefone e endereço atuais são da própria Quinta dos Lagos.
Mulheres e 'miúdos' - Em Sintra, é notório que José Sarney foi dono da Quinta dos Lagos. Um morador e dois comerciantes da Estefânia de Sintra, onde se localiza o castelo, afirmaram ao JP que no início dos anos 90 "uns brasileiros da família de um ex-presidente da República" eram vistos nas épocas do verão europeu (junho a agosto) entrando e saindo de carro na propriedade e frequentando o comércio local.
Os três entrevistados - cujos nomes a reportagem prefere preservar - disseram que conheceram "algumas mulheres e os 'miúdos' [crianças]", mas não se lembram de alguma vez terem visto o próprio José Sarney na propriedade.
No entanto, coincidência ou não, o atual presidente do Senado era figurinha fácil em terras portuguesas entre 1990 e 1993. Jornais e revistas da época registraram várias dessas visitas à nossa ex-metrópole ultramar. Nessas ocasiões, Sarney nunca deixava de se encontrar com seu amigo Mário Soares, do Partido Socialista, então presidente da República portuguesa. A dupla jantava quase sempre no luxuoso restaurante lisboeta Gambrinus, na rua das Portas de Santo Antão, perto da bela praça do Rossio.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

20 depois do 'Lula-lá', Lula, Collor e Sarney estarão juntos na campanha eleitoral de 2010

20 depois do 'Lula-lá', Lula, Collor e Sarney estarão juntos na campanha eleitoral de 2010

16 de novembro de 2009 às 11:15


A eleição presidencial de 1989 foi marcada por agressões e ataques pessoais dos três principais personagens: os candidatos Fernando Collor de Mello (PRN), que seria eleito presidente, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que ficou em segundo lugar, e o então presidente da República, José Sarney. Era ladrão para lá, corrupto para cá e ditador de opereta para acolá. Collor ameaçava pôr os corruptos do governo Sarney na cadeia, se eleito. Sarney processou Collor por injúria e difamação. No calor da campanha, o alagoano xingou Lula de cambalacheiro. Foi eleito e não botou ninguém na cadeia. Acabou ele próprio apeado do cargo após dois anos de poder.
Depois de 20 anos, com Lula na Presidência, os três arqui-inimigos políticos transformaram-se em aliados em torno da base do governo petista, o que surpreendeu até os governistas, mostra reportagem de Gerson Camarotti e Maria Lima, publicada neste domingo pelo jornal O GLOBO
.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Um grande projeto de comunicação de massas
(Luiz Inácio Lula da Silva =Adolf Hitler)

“A imagem da comunicação oficial na visão da mídia (grande imprensa)”, ele mostrou como, em vez de chefiar um governo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva comanda, na verdade, um grande projeto de comunicação de massas, com a ajuda de seu ministro mais eficiente, o jornalista Franklin Martins.
Segundo Nêumanne, ambos realizam o “sonho dourado de Josef Goebbels”, o mago da propaganda de outro grande demagogo, o ditador nazista alemão Adolf Hitler, que era o de impor a própria verdade pela repetição exaustiva de ideias e conceitos.
"José Nêumanne Pinto"

terça-feira, 1 de setembro de 2009

MEC rejeita texto que obriga a pôr deficiente em escola comum

MEC rejeita texto que obriga a pôr deficiente em escola comum
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ANDRÉ ZAHAR da Folha de S.Paulo
O ministro da Educação, Fernando Haddad, devolveu ao CNE (Conselho Nacional de Educação), para revisão, o parecer que recomenda a obrigatoriedade da matrícula de alunos com deficiência em escolas comuns. O MEC (Ministério da Educação) defende um prazo maior para implementar a medida e discute o destino das escolas especiais que atendem esse público atualmente.
O CNE havia enviado para homologação o documento que estabelecia a "obrigatoriedade da matrícula dos alunos, público-alvo da Educação Especial, na escola comum do ensino regular" e deixava como "função complementar ou suplementar" o atendimento educacional especializado.
O projeto de resolução do CNE, que endossa a posição da Secretaria de Educação Especial, foi devolvido pelo MEC, que pediu a revisão do texto.
De acordo com a assessoria do ministério, Haddad considerou que a obrigatoriedade contraria a LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação), que estabelece que a educação especial deve ser oferecida "preferencialmente na rede regular de ensino".
A polêmica gira ainda em torno dos limites da inclusão, do despreparo de escolas e professores em receber os 320 mil alunos das escolas especiais e da distribuição dos recursos do Fundeb. A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados havia pedido ao MEC que não homologasse o parecer.
A resolução, se implementada, entraria em vigor já a partir de 2010. O MEC afirma que é preciso um prazo maior para adaptar a rede. Hoje 376 mil alunos portadores de alguma deficiência estudam em escolas comuns.
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A secretária-executiva da Federação Nacional das Apaes, Sandra Marinho, apoiou a decisão do MEC em relação a obrigatoriedade. "Defendemos a inclusão, mas para que isto aconteça não é necessário exterminar a escola especial. Ela sempre será necessária para uma parcela da população com uma deficiência mais comprometida, que tem uma adaptação pouco provável nas escolas comuns", afirmou.
A presidente da FBASD (Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down), Cláudia Grabois, discorda do ministro. A entidade tem um abaixo-assinado pedindo a homologação imediata da resolução do CNE. O manifesto reúne mais de 120 associações e 500 pessoas físicas.
"Pela lei, toda criança com deficiência tem direito a estudar na classe comum da escola regular. O apoio [da escola especial] deve ser oferecido no contraturno. Temos que aguardar para ver se terá uma nova resolução, esperamos que [o novo texto] não modifique o conteúdo. A escola vai se preparar a partir do momento que tiver o aluno, se não tiver, jamais estará preparada", diz Cláudia.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Triste Brasil !


Uma notícia atualíssima!



Uma notícia atualíssima!
Que interessante, não? A reportagem abaixo da Veja é de maio de 1986. Passaram-se 23 anos. O Brasil ganhou Copas do Mundo, a inflação acabou, a ditadura faz parte da história, Airton Senna morreu, Collor foi eleito e deposto, o PT finalmente assumiu o poder, alguns bebês de 1986 agora estão deixando os bancos das faculdades. Mas a Veja de maio de 2009 pode publicar a mesma matéria, apenas com alguns nomes e circunstâncias diferentes. Surpresa? Absolutamente não. Este país não muda e não mudará jamais. A esculhambação é a nossa cara.
Leia o que publicava a revista Veja, em maio de 1986.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Não Aguento mais estes Blogs, estão acbando comigo (Zé do Sarney)


Não Aguento mais estes Blogs, estão acbando comigo (Zé do Sarney)

Xô Sarney ( José Ribamar ou Zé do Sarney)


Xô Sarney ( José Ribamar ou Zé do Sarney)

sexta-feira, 31 de julho de 2009

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Sarney contrata 15 jornalistas para rebater críticas na internet


Sarney contrata 15 jornalistas para rebater críticas na internet



O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), contratou 15 jornalistas cuja missão é realizar uma campanha de contrainformação na internet, a fim de combater o que ele considera como uma campanha midiática para retirá-lo do cargo. A informação é da versão digital do jornal “Correio Brasiliense”.
De acordo com o “Correio”, há três semanas cada jornalista recebe cerca de R$ 1.800 para analisar o noticiário e publicar comentários favoráveis a Sarney em sites, blogs, redes sociais e no Twitter. “Com base na análise dos jornalistas, o gabinete de crise do presidente do Senado elabora um ‘relatório de intervenção’ para rebater as reportagens”, afirma o “Correio”.
O grupo trabalha todos os dias, inclusive aos sábados e domingos, e recebe em dinheiro, para não deixar vestígios da relação entre os jornalistas e o maranhense.
O foco dos jornalistas de Sarney são blogs de jornalistas políticos e redes sociais como Twitter e Orkut. “A orientação é publicar comentários positivos a respeito do político e questionar a isenção dos veículos de imprensa que denunciam a família Sarney”, diz a reportagem, que cita um dos jornalistas contratados. “A tática é usar nomes falsos para participar do debate, de preferência comuns, como ‘Maria Mercedes’ e ‘Raimundo Nonato’.”
Seleção - A equipe de jornalistas passou por um processo de seleção sem saber ao certo qual era o trabalho. Após fazer um teste com 30 questões, que incluíam afinidade partidária e visão pessoal sobre política, os candidatos que acertaram 25 ou mais questões foram convocados para um treinamento. Após três dias de palestras, eles souberam que sua missão seria reverter a imagem negativa de Sarney na internet.
O Maranhão e o Amapá são os Estados que sofrem maior monitoramento da equipe, que conta ainda com coordenadores e dois advogados. Segundo o “Correio”, quase 300 veículos de comunicação dos dois Estados, entre rádios, televisões, jornais impressos, revistas e sites, são analisados.
Com o fim do recesso parlamentar – e o provável aumento da pressão sobre o peemedebista – a equipe deve ser ampliada. A assessoria da presidência do Senado negou as informações, de acordo com a reportagem.
O grupo mantém ainda uma comunidade no Orkut – “Guarnicê Maranhão” – e um perfil no Twitter –

quarta-feira, 29 de julho de 2009

O Lamprocyphus augustus é o besouro brasileiro!




O Besouro brasileiro é o futuro da computação!


O Lamprocyphus augustus é uma espécie rara entre os insetos coleópteros que habitam da Floresta Amazônica. A disposição das escamas na sua carapaça faz com que a luz que reflete nela tenha sempre o mesmo tom de verde, independente do ângulo em que seja observada. Este fenômeno é conhecido como iridescência e considerado atualmente como a chave para criação de microprocessadores ópticos ultravelozes, que usam luz em vez de elétrons para realização de cálculos e operações.
Lamprocyphus augustus /

Barbara Strnadova Pesquisadores de bioquímica da Universidade de Utah analisaram a estrutura das escamas do besouro, na tentativa de construir um dispositivo que permita controlar a passagem dos feixes de luz - conhecido como "cristal fotônico". Em um trabalho publicado neste mês, os cientistas americanos revelaram que a carapaça do inseto é composta por moléculas de quitina dispostas na forma de diamante. Um dos co-autores do estudo, Michael Bartl, afirma que a descoberta pode ser um passo fundamental no desenvolvimento dos novos processadores, mas alerta que eles serão construídos a partir de materiais semicondutores - e não com as escamas destes insetos.Os processadores atuais possuem diversas limitações devido à sua natureza eletrônica. Além de gerar calor, a passagem dos elétrons exige uma superfície como meio físico: as velhas placas de circuito integrado, popularmente conhecidas como chips. O uso da luz no processamento de dados possibilitaria a criação de um circuito tridimensional, pois feixes de fótons podem ser cruzados sem gerar interferência. Computadores com processadores ópticos teoricamente podem calcular em algumas horas o que os atuais processadores multi-núcleos levariam meses, sem nem esquentar muito com isso.

terça-feira, 28 de julho de 2009


Novo valor do Bolsa-Família começará a ser pago em setembro


"O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, disse nesta segunda-feira, 27, que o novo valor do Bolsa-Família começará a ser pago a partir de setembro, embora não tenha dito qual será o percentual de reajuste do benefício. "Até o final deste mês ou comecinho de agosto, o índice de aumento vai estar resolvido", revelou Bernardo. No início de julho, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, já havia informado que o governo avaliava vários cenários para conceder o reajuste. Dilma disse também que o governo estuda uma política permanente de reajuste para o programa..."Fonte: Estadão






"Consta que nos idos de 85/86 a Petrobras "descobriu" um veio de petróleo no litoral maranhense. Uma força-tarefa foi deslocada, toda infra-estrutura ( leia-se ancoradouro, pier, heliporto, etc..)foi montada numa tal Ilha de Curupu. Depois se constatou que era alarme falso e não havia petróleo nenhum." (Comentário extraído do Blog do Ricardo Santos publicado em 26/12/2007)




As fotos foram extraída da Revista veja Edição 1 742 - 13 de março de 2002

AINDA QUEREM MAIS?








Mais uma mansão é construída pelos Sarney na ilha de Curupu

4 de junho de 2006
AINDA QUEREM MAIS?
Entre os bens, a família possui cinco emissoras de TV, 14 rádios, mansões, uma ilha e sociedade em várias empresas
Em entrevista a um jornal local, durante o governo Roseana Sarney, o ex-gerente de Planejamento, marido e sócio da então governadora, Jorge Murad, declarou publicamente não considerar negativo que alguém more em casa de palha. Em novembro do ano passado, o senador João Alberto (PMDB-MA) afirmou, sem constrangimento: “os maranhenses gostam de morar em casa de taipa, hábito herdado dos escravos e dos índios”.
Enquanto milhares de maranhenses passam fome e moram em beira de estradas, em casas feitas de barro, cobertas de palha ou em palafitas, em condições subumanas, a família Sarney/Murad acumulou, ao longo de 40 anos, um patrimônio avaliado em 150 milhões de reais. Enquanto na casa do pobre, a esperança de ter pelo menos o almoço para os filhos é a maior ambição do dia, na família Sarney/Murad a expectativa de ver pronta mais uma mansão construída na ilha de Curupu foi comemorada, em grande estilo, com direito a champagne Velve Clicquot. A foto abaixo mostra a nova casa da ilha, de propriedade da família Sarney, a mansão do casal Roseana Sarney/Jorge Murad. Aliás, foi o próprio ex-senador Cafeteira, hoje aliado do grupo Sarney, que chegou a declarar sobre Roseana Sarney: “Essa moça só tem uma amiga, a viúva Clicquot”.
A efervescência cada vez maior do clima anti-Sarney no Maranhão tem provocado uma enorme conscientização popular. As pessoas já não temem represálias ou ameaças. “Eles debocham da gente, quando jogam na nossa cara todo esse patrimônio. Isso é um absurdo. Eles têm até uma ilha! Enquanto isso nós não temos emprego, a saúde e educação são deficientes. Tudo por conta desse grupo que manda no Estado há décadas”, indignou-se a estudante Fabiana Silvestre Coelho.
Um advogado que pede para não ter seu nome citado na matéria, afirma: “Agora que o Zé Reinaldo rompeu com o Sarney, o povo não quer mais baixar a cabeça. É uma vergonha o Maranhão ter tido um presidente da República e continuar assim tão miserável”.
Em 2001, Roseana Sarney deixou o Maranhão como o Estado mais pobre de toda a Federação. Se fosse um País, teria à época um Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) semelhante ao do Congo. Se o Estado fosse separado do Brasil, seria o país mais miserável da América Latina, ficando à frente apenas do Haiti. Entre 1992 a 1999, o Maranhão foi a única unidade da Federação em que a população teve queda de renda; ou seja, os maranhenses ficaram mais pobres. Nessa época, mais de 62% da população viviam abaixo da linha da pobreza.
Os donos do Maranhão
Em 2002, a revista Veja fez um levantamento do patrimônio da Família Sarney. A soma total chegou a R$ 125 milhões. Há suspeitas de que o patrimônio que está em nome de outras pessoas chegue a 150 milhões de reais. O Grupo Sarney Murad possui cinco emissoras de TV, que integram o Sistema Mirante e transmitem a programação da Rede Globo para todo o Maranhão, além de 14 emissoras de rádio. Foi com base nisso que a revista Caros Amigos, que também fez uma profunda investigação dos bens da oligarquia, afirmou: “nenhuma família brasileira tem nas mãos tantos meios de comunicação em um mesmo Estado como o Maranhão”.
Se somarmos os imóveis de propriedade da família, o número pode não parecer tão grande, mas o valor e a suntuosidade das edificações jamais passariam despercebidos. Para se ter uma idéia, em São Luís a família possui uma mansão no Calhau e duas na praia do Olho d´Água, bairros que possuem o metro quadrado mais caro do todo Maranhão. A mansão no Calhau está localizada de frente para o mar, num terreno de 20 mil metros quadrados. As outras duas (uma do casal Fernando Sarney e Teresa Murad e outra de Ricardo Murad) ocupam cada um quarteirão inteiro.
“Essa família é muito gananciosa. Eles não se contentam com pouco. Mas um dia isso vai acabar. A Justiça deveria era bloquear os bens deles e fazer uma grande investigação”, sugere o comerciário Jonatan Almeida Filho. E as mansões não ficam somente no limite de São Luís. O senador José Sarney e sua filha Roseana Sarney possuem mais duas na Ilha de Curupu. Em Brasília, a família possui duas mansões no Lago Sul (região onde moram ministros e altos empresários do Distrito Federal) e um imenso sítio, batizado de Pericumã, nas cercanias da Capital Federal. No Rio de Janeiro, o endereço da família é no Bairro do Leblon e uma casa no badalado balneário de Búzios. E ainda tem as empresas nos ramos de hotelaria, construção civil, comércio.
Mas entre todos os bens da família, o mais escandaloso é o Convento das Mercês. O prédio público e tombado pelo Patrimônio Histórico Nacional foi tomado ilegalmente por Sarney. O governo do Estado pagou mais de U$ 9 milhões e meio para reformar o prédio e depois entregar nas mãos do senador pelo Amapá. E para quem acha que uma ilha particular, mansões em vários estados não é o suficiente, o senador José Sarney já encomendou o seu mausoléu no Convento das Mercês. Afinal de contas, o próprio senador em entrevista à revista Carta Capital, afirmou que não vê nada de errado em ser enterrado no Convento das Mercês para facilitar a “peregrinação dos maranhenses apaixonados por ele após a sua morte”.

Sarneys donos do Maranhão ?








Sarneys donos do Maranhão ?
Publicado por: diegolobato em: Março 6, 2009

O bravo
Jornal Pequeno, do Maranhão, que tem como slogan “O órgão das multidões”, afirma que é fácil ver as digitais de Sarney no estado:
“Para nascer, é na Maternidade Marly Sarney. Para morar, você tem as vilas: Sarney, Sarney Filho, Kiola (mãe de Sarney) ou Roseana Sarney. Para estudar, suas opções são as escolas Roseana Sarney, Sarney Neto, Fernanda Sarney, Roseana Sarney, Marly Sarney ou o próprio Sarney. Para pesquisar, pegue um táxi no posto Marly Sarney e vá à biblioteca José Sarney (que fica na maior faculdade particular, que, dizem as más línguas, também é do Sarney). Para ler notícias, tem o jornal Estado do Maranhão, que também é do Sarney, ou a televisão do Sarney. Para saber sobre contas públicas, vá ao Tribunal de Contas Roseana Sarney Murad. Para sair da cidade, atravesse a ponte José Sarney, pegue a Avenida José Sarney, vá para a rodoviária Kiola Sarney e então, depois de algumas horas nas estradas e rodoviárias “maravilhosas” do Maranhão, você chegará ao município José Sarney. Não gostou? Quer reclamar? Pode me processar que eu vou responder no fórum desembargador Sarney!”

quinta-feira, 9 de julho de 2009

MUDEM AS FRALDAS E OS POLÍTICOS - Eça de Queirós


MUDEM AS FRALDAS E OS POLÍTICOS - Eça de Queirós


"OS POLÍTICOS E AS FRALDAS DEVEM SER MUDADOS FREQUENTEMENTE E PELA MESMA RAZÃO". Eça de Queirós

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Luiz Inácio Sarneyzíssimo da Silva!


Daniel Dantas e suas historias de ...Evasão de divisas, formação de quadrilha e organização criminosa,lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta de inst




Ministerio Publico Federal denuncia Daniel Dantas e mais 13 no caso ‘Satiagraha’


Processo foi às mãos do juiz Fausto de Sanctis na sexta
Nesta segunda, Procuradoria dá detalhes em entrevista
Denúncia faz menção a verbas que irrigaram ‘mensalão’

Wilson Dias/ABrEstá programada para o meio-dia desta segunda (6) uma entrevista coletiva no prédio do Ministério Público Federal, em São Paulo.

Serão divulgados os detalhes de uma nova denúncia protocolada há três dias na 6ª Vara Criminal Federal, do juiz Fausto de Sanctis.

Diz respeito à segunda fase da Operação Satiagraha. Dessa vez, Daniel Dantas foi denunciado junto com mais 13 pessoas.

Entre elas a irmã dele, Verônica Dantas; o presidente do Opportunity, Dório Ferman; o executivo Itamar Benigno Filho...

...O ex-vice-presidente Carlos Rodenburg; e o ex-diretor da Brasil Telecom Humberto Braz.

São acusados da prática de uma penca de delitos. Por exemplo: lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta de instituição financeira...

...Evasão de divisas, formação de quadrilha e organização criminosa. O texto traz a assinatura do procurador Rodrigo de Grandis.

Foi redigido a partir de relatório do delegado Ricardo Saadi, que sucedeu Protógenes Queiroz na condução da Satiagraha.

Feita a denúncia, caberá ao juiz De Sanctis decidir se converte a peça em ação penal. São grandes, muito grandes, enormes as chances de que isso ocorra.

Confirmando-se a ação, os 13 denunciados serão levados ao banco dos réus e poderão exercer o direito constitucional ao contraditório. De antemão, todos negam os malfeitos.

Na fase inaugural da Satiagraha, ainda sob Protógenes, o juiz De Sanctis recebera uma primeira denúncia. Tratava do oferecimento de propina a um delegado federal.

Nesse processo, Daniel Dantas foi condenado por corrupção ativa a 10 anos de cadeia, mais multa. Recorreu. E responde em liberdade.

Um pedaço da nova denúncia evoca o escândalo do mensalão. O Ministério Público detalha a origem de parte das verbas que escoaram pelo “valerioduto”.

Vieram, de acordo com a denúncia, da Brasil Telecom. À época, a empresa integrava o Grupo Opportunity.

Os responsáveis pela Satiagraha travam uma corrida contra o relógio. Tentam preservar o bloqueio de US$ 450 milhões. Dinheiro atribuído a Dantas.

O dinheiro encontra-se retido em cinco contas bancárias nos EUA. Depois de bloqueado, quase foi liberado.

Decisão da Corte Distrital de Washington adiou para setembro o veredicto sobre a manutenção do bloqueio. O governo brasileiro deseja repatriar o dinheiro.
Escrito por Josias de Souza às 06h03

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Fujam, senadores !


Fujam, senadores !

Parodiando Arnaldo Jabor !

O impossível está acontecendo, estamos diante do absurdo. O Senado está parado. As leis não são votadas, não há tempo para tal fato, devem os senadores preocupar-se com os seus segredos , ou secretas leis e nomeações de seus enteados e apaniguados.

O Senado anteriormente se ajoelhou diante do Renan e parou. agora ajoelha-se ao José Sarney.

E tudo isso diante de provas cabais, de testemunhos e fantasmas, tudo claro, exposto como uma fratura. Tudo é tão óbvio que nem precisava de investigações profundas.

Não há respeito a presidente do Conselho de Ética, nem relator, nem há regimento neste Conselho, sabiam? Todos fogem.É espantoso o medo que os homens têm da verdade. Tudo isso para proteger um senador sem álibis. Estamos diante de um novo tipo de crise: o escândalo cresce como um bolo fecal e depois murcha até o nada.O José Sarney tinha de renunciar. Mas ele diz que vai ficar até o fim e se apega ao chefe maior , Seu LULA. Fim de quê? Do Senado? Da república?Senadores, fujam. A cúpula da casa vai desmoronar e vocês serão soterrados na própria vergonha.

Brasilia é uma Festa II!


Brasilia é uma Festa II!

TODO O CONTEÚDO DESTE BLOG DEVE SER COPIADO, REPASSADO E DIVULGADO. NOSSO OBJETIVO É LEVAR INFORMAÇ

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